Frei Damião e os impressionadores de multidões.
Erasmo Carlos - A Carta Do Índio
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Literatura clássica e suas relações com a cultura popular: Ceci e Peri - Trio de Ouro (Carnaval de 1937)
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Não somos assim tão ingênuos, ou somos?
Certezas rompidas- Benjamin Clementine - Condolence | A Take Away Show
Chico Buarque - Jorge Maravilha
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In My Life - A moldura de minha vida
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Para ouvidos indômitos
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Improbabilidade poética - a poesia deixa de pertencer ao poeta quando ganha as páginas dos livros
Teo e o caso Bethânia
Teo Jr. - São Paulo
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The White Stripes
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ERA UMA VEZ NO OESTE
A chegada de Jill personagem de Claudia Cardinale. Música de Ennio Moricone
Em 1964 como o filme Por um punhado de dólares, o cineasta italiano Sergio Leone (1929-1989) deu forma ao que se convencionou chamar mais tarde de Western Spaghetti. Esses filmes tinham entre outras características a crueza dos personagens principais, que diferentes dos personagens hollywoodianos, andavam sempre mal vestidos, sujos e com intenções inescrupulosas. Os temas giravam em torno da vingança. O filme estrelado por Clint Eastwood teve duas continuações e ficou conhecido como a trilogia dos dólares. Em 1968 Leone realizou, Era Uma Vez no Oeste, uma verdadeira obra-prima. O filme é assustadoramente arrebatador. E tem muitas razões de ser. Primeiro pela peculiar e indistinta narrativa, cheia de silêncios, esperas e ruídos ambientes que se integram ao clima de desolamento e tensão criado nos momentos exatos em que se exigem esses climas. Segundo pela impecável atuação dos atores Henry Fonda, Claudia Cardinale, Charles Bronson e Jason Robards que encarnam com veracidade incomum os seus papeis. E por fim uma trilha sonora, do mestre Ennio Moricone, que dá consistência e caracteriza os personagens. O tema principal da mocinha feita por Claudia Cardinale é especialmente memorável pelo lirismo. Obra impar do gênero, Era uma vez no Oeste, é um filme daqueles tempos em que o cinema era uma expressão artística antes de qualquer coisa.
AO DESPERTAR ESSA MANHÃ
Dois acordes de guitarra e dois de bateria. São quanto me basta para despertar do estado de bovinidade.

