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O indiferença dos vereadores de Caetité ou como os homens exercem seus podres poderes

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Olhando displicentemente pela janela do meu apartamento vejo, uma paisagem que era rara há alguns anos. Espalham-se pelo horizonte placas de ALUGA-SE nas casas, prédios e imóveis, até aonde minha vista pode alcançar. Não sou nenhum economista. Tenho certa dificuldade em operar os números. Mas imagino que esse cenário sugere uma desidratação na economia local. A debandada das empresas com contingentes enormes de homens também deve ter afetado os cofres públicos. As razões são óbvias. Por sua vez esses reveses também devem ter atingido de forma negativo o comercio – grande fonte de recursos tributários para o município. Como são praxe nessas ocasiões, os patrões, pensando na saúde financeira de seus empreendimentos, devem ter cortado a um número mínimo os seus funcionais. O impacto dessa desaceleração deve ter atingido todo mundo. Porém, aos vereadores de Caetité não é suposto que estejamos vivendo um momento que pede dos políticos serenidade e respeito, além de ações eficientes no estancamento dessa sangria econômica. Com menos de um mês após as eleições, com uma desfaçatez nunca antes vista, eles têm a cara de pau, em meio a esse cenário de terra arrasada, votarem um aumento salarial vultoso que contempla única e exclusivamente os seus próprios interesses. Alguém aí avise aos digníssimos senhores do legislativo que há uma crise em curso no país e que ela está vitimando gente. Ou eles pensam que ainda estamos no período das vacas gordas? Saiam de seus gabinetes excelências.

A farra com o dinheiro público

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Imaginem que em meio a uma crise sem precedentes no país, os vereadores de Caetité votaram, em sessão pra lá de controversa, um aumento vultoso em seus já nababescos salários. Fazem isso, enquanto estoura demissões de trabalhadores no município feito pipoca na panela quente. E em vez de ajudarem o povo a superarem essas dificuldades, os digníssimos vereadores preferem agirem em causa própria. Dão assim um vergonhoso exemplo de como são insensíveis aos dramas de pais e mães, que têm que conviverem diariamente com o terror do desemprego. Viram as costas àqueles que deveriam defender e mostram-se sem vexame diante da situação financeira do município. Sinceramente senhores, vocês não são dignos do posto que ocupam.

Sem trégua. O país está em ebulição. Para os dias a fervura só aumentará.

Li nas redes sociais a seguinte nota do escritor Fernando Morais:

"Anos atrás recebi do então governador de Brasília Cristovam Buarque o "premio manuel bonfim", atribuído ao meu livro "Chatô, o rei do Brasil". Já pedi à Marília para localizar a placa de prata. Vou devolver. de golpista não quero nada. Nem prêmio".
Minha resposta ao Fernando Morais:

"Fernando Morais mostra como para o PT não há diferença entre partido, governo e estado. Não fui eu que dei o prêmio, foi o Governo do DF, selecionado pelo mérito de seu maravilhoso livro. Mas ele acha que foi uma bolsa-escritor. Porque, para ele, não há diferença entre partido-governante-governo-estado.


Que pena que nossos gênios estejam tão obtusos. E tão viciados no aparelhamento. O PT corrompeu mais do que a política, corrompeu a inteligência e o caráter. E aos poucos vão mostrando que a volta da Dilma por mais dois anos, com essa gente, vai embrutecer o País e seguir se apropriando do Estado. Pior que não tem juiz Moro para este tipo de roubo: da inteligência e do caráter. Ele não falou em devolver os dez mil que recebeu do prêmio. Na época eram dez mil dólares. Nem o que ele fazia no governo do Quercia".

A política nacional

O TRIUNFO DOS PORCOS.
As eleições existem para coroar o triunfo dos porcos. Penso que essa impressão apenhei lendo Orwell ou foi em 36 anos de vida... Já não sei mais o que é literatura e o que é realidade. Sei apenas que a afirmação procede.

À FLOR DA PELE
Penso que já vivi o suficiente para não mais escandalizar-me com a política. Mas a política é implacável e produz todos os dias bons motivos para nos deixar com os nervos à flor da pele.

FAUNA POLÍTICA
São tantos os nomes de animais que qualificam o eleitorado que ao fim e ao cabo das eleições têm-se a impressão de que chamar um eleitor de besta não se configura uma ofensa e sim um elogio.

FÁBULA

A corrida por um lugar nos gabinetes governamentais já começou. Daqui a pouco os mais civilizados entre os nossos deixará de pensar como gente e assumirá o seu posto de besta.

Vazio


O secretário do Alckmin que admira idealismo do Isis.

É somente em momentos de grave crise moral, ética e política, como a que vivemos agora, que o desarrazoamento, ganha respeitabilidade e sentimentos antes reprimidos encontram voz e profetas.  Tempos nebulosos nos esperam no futuro. Quem será capaz de nos livrar dessas ciladas? Apeguem-se aos botes e corram à popa que esse barco desgovernado, está em rota de colisão.  

Um país às escuras

Agora falta pouco. Depois de empreender uma política de privatizações, de manchar sua história com escândalos de corrupção que não estancam nunca; (menos de um ano depois do julgamento do Mensalão o Supremo já se prepara para o julgar de outro escândalo de proporções ainda maiores do que o anterior); de praticar o mais vergonhoso fisiologismo na política e de privilegiar banqueiros e empreiteiros em negócios escusos, o PT, que se orgulhava de ser um partido “diferente” dos demais, está a um passo de realizar todos os (mal)feitos do partido que o antecedeu no poder.

No governo FHC o Brasil viveu, entre outros problemas, bem semelhantes aos que o PT vive hoje; uma grave crise de abastecimento energético. Quem viveu aqueles dias sabe, que faltava energia pra tudo e o único recurso do governo foi o racionamento. Falta de investimento no setor, má gestão do operador e escassas linhas de transmissão foram apontadas na época como os problemas. Passados dois mantados do presidente Lula e seguindo agora para o segundo da presidenta Dilma, ambos do partido de oposição ao governo que deixou faltar luz no país, o mesmo risco de apagão assombra os brasileiros.

Ontem, por volta das 15h, faltou energia em toda a Região Sul, nos quatro estados do Sudeste, na região Centro-Oeste e também em Rondônia. Esses blackouts estão se tornando constantes. O governo afirma que isso são apenas falhas pontuais e que nada disso ameaça o sistema. Estão descartadas as possibilidades de apagão. A mesma desculpa foi usada no governo FHC até que o país se deu conta de que o sistema estava em colapso e obras que supririam as novas demandas foram licitadas às pressas.

O governo do PT, como sempre recusa a acusação de que não está fazendo nada e acusa o verão inclemente que castiga o país com temperaturas acima dos 40°C em alguns lugares, como o responsável pelo aumento inesperado da demanda que vem gerando todos os estes transtornos.

Tudo isso acontece bem no momento em que o governo anuncia um aumento da tarifa energética para os consumidores. Falta energia no país e a resposta do governo é simples, cobrar mais do brasileiro por que ele está utilizando energia em excesso. Consumir energia agora é quase comparável a um crime de lesa pátria.

Escândalos, políticas de arrocho, falhas na gestão da infraestrutura nada difere o governo PT do PSDB. Ambos os partidos se irmanam no seus proposito partidário e esquecem que têm um país para administrarem.  

O declínio da crítica

Ao pensador de múltiplos saberes e larga tradição cultural, os jornais de hoje, assim como acontece com as tevês, preferem, por razões óbvias, ter como crítico o leitor impressionista e opinativo de primeira hora. A relativização da crítica desqualificou o papel de mediador do crítico entre o público e a obra e teve como principal efeito um rebaixamento do debate qualificado dos bens culturais produzidos nas últimas décadas. "Tipo assim, fantástico" , “adorei”, “desempenho magistral”, "curti muito" são algumas das novas e respeitadas contribuições do espírito renovador do homem público. O sintoma mais evidente desse fenômeno, que não atinge somente o espaço da cultura, mais também se estende por outras áreas como, a política, religião, esporte e tantos outros espaços de debate; foi que com o banimento do crítico, como alguém que desentranhar do texto noções insuspeitas e clareia zonas obscuras das obras, investindo estudo e fidelidade ao ofício, foi à tendência de enfraquecer os debates e aniquilar do espaço público o espírito crítico qualificado. Em razão disso a indústria cultural, quase sempre molestada com as insistentes intervenções críticas, conquistou o cenário perfeito para proliferação de seus ideais de transformar a cultura em entretenimento vazio, mas muito rentável.  

O capitalismo não poupa ninguém

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Já não vai longe, pois nem tanto tempo se passou assim, em que todas as nações Ocidentais sonharam um dia em ser como a Grécia. Em tudo se invejava o país de Sócrates, Platão e Aristóteles. Da arquitetura monumental, passando pelas artes até chegar aos ideais de beleza. Os gregos construíram um ponto de viragem na civilização, que de tão vigoroso, pavimentou, os caminhos que abriram um novo mundo. Ninguém lhes ousava ultrapassa os feitos. Sabia-se de antemão a tarefa inglória que seria essa empresa. Às nações mais prosperaras comprazia-se com a imitação, deixando bem evidente, é claro, as fontes onde buscaram inspiração para tudo o que iam construindo a sua volta.  Não se temia o decalque. Nesse caso ele era, não só tolerado, como ainda representava um sinal de status. Poder imitar a Grécia era uma glória. Quem reproduzisse os modelos gregos de civilidade já eram bastante civilizados. Hoje, no entanto, a Grécia vive outra situação, bem menos invejável. Afundada numa crise financeira que parece não ter fim, todas as nações evitam comparações temendo o contágio das más notícias que projetam para os próximos anos um panorama trágico para nação que inventou a “tragédia”. O que os bárbaros não foram capazes de destruir em anos de tentativas frustradas contra a Grécia o Capitalismo não poupou. 

Insolvência

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O intelectual de esquerda, David Harvey autor do livro a Condição Pós-Moderna afirma em seu mais recente trabalho que uma alternativa viável à crise financeira que assola os países europeus é, dar o calote nos bancos que arruinaram as finanças dos estados e ameaça agora a sobrevivência de milhares de trabalhadores na Espanha, Portugal, Itália e principalmente na Grécia. No seu livro O ENIGMA DO CAPITAL, que sai no Brasil pela Boitempo ele diz que não é justo que o trabalhador arque com todos os ônus de uma política financeira desastrosa e desumana. Caberia, segundo o geógrafo, ao capital especulativo e aos bancos, que geraram todo esse imbróglio, assumir o rombo. O que tem haver o trabalhador com esse problema? Por que os governos europeus insistem em congelar os salários, aumentar os impostos, demitir servidores, aumentar o período de contribuição para previdência entre outras medidas para salvar o capital financeiro? Essas e outras questões são discutidas nesse trabalho.

O agravamento da crise europeia

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De repente, o mundo parece ter saído dos eixos, ou será que agora ele estar se ajustando? Por muitos anos os países europeus gozaram de uma estabilidade econômica e social que os puseram à frente das conquistas tecnológicas, políticas e militares. À segurança desse dias, contrastam agora com a instabilidade e as incertezas que levam multidões às ruas, por toda europa, expressarem o seu descontentamento. 

As respostas políticas adotadas, com vistas a contornarem a situação, lembram mais os bárbaros procedimentos médicos que tratavam o paciente anêmico infundindo sanguessugas, do que com as intervenções cirúrgicas, que fizeram a fama da Europa um continente civilizado. 

A julgar pelos relatos que lemos nos jornais e blogs, assistimos o desmoronamento moral, político e social de um continente que, por séculos, ditou, a ferro e fogo, os rumos do mundo. O risco agora é de que essa erosão econômica descambe para a desagregação social, com consequências ainda piores para o continente. Sem emprego, previdência social, crédito e perspectiva de alteração da economia,  veremos o quão civilizados os europeus podem ser.

Pobre Europa

.(revoltas populares na Grécia)

Na eminência de um colapso na economia da zona do euro, os lideres políticos, até aqui, não conseguiram encontrar alternativa à crise, que não tenha que passar pela socialização dos prejuízos cometidos pelos banqueiros e burocratas de plantão. Mais uma vez a população terá que apertar o seu já asfixiante orçamento para resgatar a máquina econômica do fundo do poço. As medidas de austeridades para Grécia, Portugal, Espanha, Irlanda e em breve Itália, punem quem não tem nada haver com a delinquência financeira que graça no mundo capitalista. As propostas de austeridade pesam, exclusivamente, sobre os ombros dos trabalhadores e da população em geral. Entre as medidas, apontadas pelo FMI como única solução para crise, estão: aumentos dos impostos, cortes nas despesas do Estado, demissões em massa, aumento da jornada de trabalho e privatizações. Medidas ainda mais estranguladoras foram ventiladas. Um duríssimo golpe naqueles que têm que lidar diariamente com as incertezas da vida e um golpe fatal naqueles que ainda nem começaram a lidar com elas. Em meio a todo esse arrocho não se ouve noticias de que haverá diminuição do número de parlamentares, redução dos salários dos políticos, fim dos privilégios aos dirigentes, punição aos desastrados e gananciosos agentes financeiros que manipulam a economia a seu bel-prazer e segundo os interesses das corporações financeiras, que deram inicio a tudo isso. Os privilegiados continuam intocáveis, a massa, chafurdando na lama. Dessa maneira, as propostas de austeridade não são equilibradas na distribuição dos sacrifícios para salvar a economia do maior bloco político do mundo; nem qualquer outro país que esteja em risco.  A mim essas medidas, da forma que estão sendo conduzidas, parecem mais uma extorsão. Em não sendo a população produtora, os culpados desses maus feitos, que assolam as economias europeias, não tem razão os governantes de mandarem a conta pra eles pagarem. Quem deve pagar pelo delito, são os agentes financeiros, os especuladores, os mercados exploradores e toda essa récua, que dirige sem nenhuma habilitação os interesses do povo. Como tudo que está ruim, pode piorar, fala-se em reformas ainda mais profundas e vampirescas, como se a população trabalhadora já não estivesse sendo severamente molestada em seus direitos. Alguns políticos, aproveitando a ocasião em que estão sendo discutidas (discutida é uma palavra estranha nesse contexto, o que estamos vendo na verdade é um massacre contra os direitos democráticos) medidas para contornar a crise, já pensam em incluírem no pacote de estupro aos trabalhadores, propostas que mexem com o tempo de contribuição para aposentadoria. Uh! Espertos, não? Com as privações a que estão sendo submetidos, os jovens europeus não precisarão se preocupar com a aposentadoria, e sim em sobreviverem a essa tormenta financeira.

A moral duvidosa

Te enganei de novo
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Os Estados Unidos anunciaram ontem terça-feira (11) que o serviço secreto (esse mesmo serviço secreto, que não foi capaz de prever o atentado de 11 de setembro, acusou o Irã injustamente de está envolvido com o atentado da Panam em 1988; financiou regimes ditatoriais em toda America latrina; armou e formou  o talibã no Afeganistão, etc...) desmantelou um atentado terrorista que tinha como alvo o embaixador Saudita em Washington Adel al-Jubeir e missões de Riad e Tel Avid em Buenos Aires. O secretário de Justiça dos EUA, Eric Holder e o diretor do FBI, Robert Mueller acusaram o governo de Teerã de tramar os atentados contra um dos maiores aliados dos EUA no Oriente Médio. A se confirmar as acusações o presidente Marmud Armadinejad, que não é nenhum santo, terá muitos problemas.  Porém, nem tudo que vem de Washington é digno de fé. Na luta suja pela hegemonia do mundo os EUA já foram capazes de forjar histórias bem mais cabeludas do que essa que a imprensa do mundo inteiro vem reportando. Casos recentes envolvendo esse mesmo serviço secreto deixam dúvidas sobre a autenticidade da história. Em 2003, logo após os atentados de 11 de setembro, a CIA afirmou que havia armas de destruição em massa no Iraque. Essa informação motivou a invasão do país de Saddam. Porém, até aqui, nada foi encontrado. Talvez elas ainda estejam lá, quem sabe? Com a alta tecnologia que o regime do ditador iraquiano desenvolveu em anos no poder, ele foi bem capaz não só de desenvolver armas nucleares como também de afastá-las do alcance do Tio Sam. Com essa vergonhosa mentira os EUA inauguraram uma página na história em que lideres de grandes nações subvertem a moralidade para satisfazerem os seus interesses. Não seria surpresa nenhuma agora que os americanos usassem mais uma vez a sua arma mais eficaz, a propaganda do medo, para agredir o inimigo que insiste em não se dobrar aos grunhidos do cão feroz.  Quem nos garante que os americanos não estariam mais uma vez forjando informações para justificar mais uma barbárie? A moral duvidosa de Washington nos deixa a todos reticentes com as noticias.

A VERDADEIRA FACE DA CRISE FINANCEIRA INTERNACIONAL


O furacão que vem varrendo as bolsas em todo o mundo desmoronou não só, a fragilidade do sistema capitalista, sobre a qual estão assentadas as maiores economias do mundo, como também, a moral dos banqueiros de Wall Street. Se bem que eles não prezem tanto assim pela moralidade. Tudo isso, no entanto, serviu para tornar evidente, o que alguns tomavam apenas por aparente (quanta ingenuidade). Que no mundo dos números e das finanças internacionais o paraíso financeiro pode ser uma mera miragem, produzida por alguma agência de risco, ou por balanços maquiados. E quem vai pagar a conta? Os governos do mundo capitalista já anunciaram a alternativa. Para socorrer os caloteiros das grandes financeiras e salvar bancos em dividas, os governos vão socializar o capital podre. É sempre assim, na hora de dividir os lucros ninguém aparece. Já para socializar as dívidas, qualquer alternativa ideológica menos ortodoxa é muito bem vinda. Pra piorar a situação e jogar mais descrédito no sistema que promete salvar a humanidade, os jornais anunciaram que a maioria dos líderes das empresas que entraram ou estão em vias de entrar em colapso financeiro nos Estados Unidos receberam bônus significativos pelos objetivos cumpridos em 2007. O primeiro lugar no pódio das compensações coube a John Thain, CEO da Marril Lynch, que no ano passado arrecadou 10,6 milhões de euros em prêmios de desempenho. Não nos enganemos sobre o que andamos a ver. Trata-se de um verdadeiro estupro anunciado por todas as mídias.